Muita gente pensa que o evangelho cresceu no Brasil. Na verdade o fenômeno que vemos é o inchaço de templos nas grandes cidades. São denominações e denominações que surgem, uma em frente a outra, mudando-se apenas o letreiro e o estilo de cultuar a Deus.
Disputam fiéis entre elas na busca do crescimento próprio. Fiéis que por sua parte trocam de denominação ao toque do vento, doentes em busca do hospital espiritual que lhe agrade, dos que pregam prosperidade aos que fazem curas. Se não gostam do Pastor, do grupo de Louvor, da liderança, pronto: É só atravessar a rua e continuará “evangélico”. Isso até o dia em que a denominação lhe for confortável.
A Palavra de Deus é pregada nas TVs em vários canais e em quase todos os horários, as rádios FM evangélicas tocam louvores atrás de louvores, falam pouco de Jesus e muito em curas, milagres e tome teologia da prosperidade. São campanhas atrás de campanhas, tudo em benefício do fiel e principalmente o fiel grande dizimista. As rádios AM são menos procuradas, pois apesar do grande alcance territorial não atinge os ouvintes de FM que são o público alvo maior e melhor qualificado para grande parte das denominações que disputam espaço urbano. Isso quando não transmitem futebol aos domingo em detrimento da Palavra, disputam audiência nos esportes com rádios seculares.
Existe ainda a gama de produtos consumíveis no meio cristão que vão de CDS, livros de auto ajuda, DVDs, aos shows pirotécnicos para atrair multidões. Tudo voltado para o consumismo das grandes cidades, visando o grande público evangélico que movimenta milhões de reais em consumo pela fé.
Devemos nos lembrar que nos grandes centros urbanos todos os moradores, direta ou indireta conhecem Jesus e Sua obra, fruto do bombardeio midiático diário. Os que não aceitam a Jesus é porque, realmente, não querem. (Parábola do Semeador Mc 4:1:20).
A maiorias das denominações praticam disputas de marketing urbano na busca de fiéis, estão rejeitando cada vez mais o envio e apoio missionário, juntando riquezas e posses nas grandes cidades (Mt6:24).
Onde está o “Ide por todo o mundo” (Mc16:15)?
Não vai além das fronteiras urbanas. E o pior é que também não apóiam quem se dispõe a ir.
A cada dia missões está mais relegada a segundo plano. Quando fala-se no assunto, tem obreiros que pensa: Lá vem missionário pedir. E a resposta é rápida quando se pede o apoio pra Obra e não pra ele (missionário): Temos de abrir novo templo, pintar a Igreja, vou trocar o púlpito pra nova campanha, trocar o som da igreja, tenho de trocar ou mandar arrumar o carro pastoral, etc. Será que o Senhor da seara esta satisfeito com esses obreiros? (Mt6.19:20)
Algumas vezes é importante lembrar aos irmãos que a Obra é Dele, Jesus, não dos missionários que buscam sacrifícios para o Ide – que significa ir.
Ir pra onde? Onde boa parte dos obreiros que vivem nas grandes cidades não quer ir para não abandonar o conforto que tem e que é bom.
Pra quê levar a Palavra do Senhor para o sertanejo que vive no meio do calor escaldante, praticamente na miséria, onde o dízimo é entregue com mantimentos e o dinheiro é pouco. Ou entre ribeirinhos no meio da selva perigosa, arriscando-se doenças tropicais, recolher o pouco dízimo do mantimento que produzem e onde dinheiro é escasso. Ou ainda ir num povoado humilde pregar por migalhas.
Nesses lugares a maioria não quer ir, não dá lucro: está longe de Mamom.
Será que o Senhor Jesus pregaria pra eles, será que o Senhor Jesus levaria recursos como cinco pães e dois peixinhos?
Pois digo: Tem missionário que quer ir e não vai por falta de recursos, uma pequena parte do que se esbanjam na maioria das denominações dos grandes centros populacionais. (Hb13.15:17). Missionários devidamente apoiados por parte desses lucros denominacionais urbanos poderiam levar não só a Palavra do Senhor, mas doações para amenizar o sofrimento de irmãos brasileiros, abandonados material e espiritualmente, que sofrem a espera de socorro.
Pense nisso e que o senhor tenha piedade dos que podem praticar a boa Obra e não a fazem.(Hb13.20:21).
João Carlos Barreto - Jornalista Missionário
Editor Geral da Hebrom News
Ag de Notícias Rvangélica Missionária
segunda-feira, 11 de maio de 2009
quarta-feira, 15 de abril de 2009
As riquezas e títulos vão ficar, as Obras é que contam pra Jesus
Em minhas orações peço misericórdia a Deus pela forma como alguns irmãos têm conduzido a Obra do Senhor. Vejo que onde existe muito querem extrapolar e competir, enquanto onde se tem pouco, se morre a míngua material e espiritualmente.
São templos e mais templos que são erguidos cada vez mais próximos uns dos outros – alguns colados, parede com parede – disputando novos convertidos. Templos evangélicos suntuosos, multimídias, que trilham o mesmo caminho pelo qual passou a Igreja de Roma, enquanto que no interior, lugares distantes e esquecidos, Igrejas não tem condições mínimas de um louvor digno.
Obreiros abençoados que deveriam permanecer humildes (Mt 18:1.5) se deixam levar pela soberba de títulos, apostólicos, Jesus Júnior, etc., quem sabe tentando um dia ser como Deus. Fazem isso para se mostrar mais que pastores, título démodé que consideram ultrapassado (Pv 19:4). Mas Jesus disse: “E ele, sentando-se, chamou os doze e lhes disse: se alguém quiser ser o primeiro, será o derradeiro de todos e o servo de todos” (Mc9:35).
De que vale título e templos suntuosos na terra se para o Senhor o que conta são as obras. “Não ajunteis para vós tesouros na terra; onde a traça e a ferrugem os consomem, e onde os ladrões minam e roubam, mas ajuntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem os consumem, e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração”. (Mt 6:19.21)
Oro para que o Senhor toque no coração desses irmãos para que percebam a importância da obra missionária em detrimento do luxo, da prosperidade individualista e da titularidade vã.
Viver bem, claro que é importante. Porém, acumular riquezas desnecessárias enquanto irmãos missionários ou congregações em locais ermos e distantes sofrem de todas as maneiras, todo o tipo de privacidade, dependendo de ofertas para levar a Palavra a essas pessoas sofredoras em vários lugares do planeta, que carecem de conhecer a Jesus como Senhor e Salvador, certamente não agrada a Deus. Reflita sobre isso, faça mais por missões!
São templos e mais templos que são erguidos cada vez mais próximos uns dos outros – alguns colados, parede com parede – disputando novos convertidos. Templos evangélicos suntuosos, multimídias, que trilham o mesmo caminho pelo qual passou a Igreja de Roma, enquanto que no interior, lugares distantes e esquecidos, Igrejas não tem condições mínimas de um louvor digno.
Obreiros abençoados que deveriam permanecer humildes (Mt 18:1.5) se deixam levar pela soberba de títulos, apostólicos, Jesus Júnior, etc., quem sabe tentando um dia ser como Deus. Fazem isso para se mostrar mais que pastores, título démodé que consideram ultrapassado (Pv 19:4). Mas Jesus disse: “E ele, sentando-se, chamou os doze e lhes disse: se alguém quiser ser o primeiro, será o derradeiro de todos e o servo de todos” (Mc9:35).
De que vale título e templos suntuosos na terra se para o Senhor o que conta são as obras. “Não ajunteis para vós tesouros na terra; onde a traça e a ferrugem os consomem, e onde os ladrões minam e roubam, mas ajuntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem os consumem, e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração”. (Mt 6:19.21)
Oro para que o Senhor toque no coração desses irmãos para que percebam a importância da obra missionária em detrimento do luxo, da prosperidade individualista e da titularidade vã.
Viver bem, claro que é importante. Porém, acumular riquezas desnecessárias enquanto irmãos missionários ou congregações em locais ermos e distantes sofrem de todas as maneiras, todo o tipo de privacidade, dependendo de ofertas para levar a Palavra a essas pessoas sofredoras em vários lugares do planeta, que carecem de conhecer a Jesus como Senhor e Salvador, certamente não agrada a Deus. Reflita sobre isso, faça mais por missões!
sábado, 30 de agosto de 2008
Vaidade excessiva e idolatria entre os evangélicos
4/6/2004 03:10:00
A maneira que o inimigo espiritual tem atuado mais intensamente no meio evangélico em nossos dias é através da vaidade e da idolatria. Utilizando a velha estratégia da sutileza, vem impregnando principalmente os jovens das nossas denominações.
Não digo em relação à vaidade que os crentes em Jesus Cristo devam andar desarrumados, sem boa aparência. Não é bem assim, devemos nos apresentar sem os excessos das roupas extravagantes, chamativas, com cores berrantes ou modelos sensuais. Pode-se estar elegante e bem trajado de maneira discreta, com bom gosto.
É necessário alertar sobre a busca apenas por roupas de grife. O que pode atrair o evangélico ao fetiche do consumismo na procura desenfreada e gananciosa para conseguir, a todo custo, se apresentar nos cultos com marcas famosas, caras, e muitas vezes longe da realidade de consumo dos irmãos. Por esse motivo trocam a entrega do dízimo na casa de Deus, trocam pagamento de dívidas que passam a se acumular e até afetam a dispensa dos gêneros alimentícios da família, para se manter num status além do real.
O importante é o crente estar coerentemente trajado, com vestes combinando, sem excessos e devidamente asseado, para um convívio saudável na congregação. Lembrando, porém, que não devemos nos acomodar na vida. Prosperidade é benção de Deus garantida na Palavra, mas não devemos fugir da realidade, com cada coisa ao seu tempo, inclusive o trajar.
O mesmo se deve a aquisição de um veículo. De que adianta comprar um carro zero quilômetro ou importado não tendo condições de mantê-lo com gastos básicos de combustível e documentação.Se quiser, e até deve, melhorar de vida para usar grifes e outros benefícios importantes que o mundo oferece, ore a Deus em Nome de Jesus, que Ele lhe trará as benções palpáveis e no tempo certo. Não tente ser o que não pode, porque é prejudicial e pecaminoso.
Caminhando com a vaidade, a idolatria é o que vem contaminando ainda mais a todas as denominações. Percebemos a idolatria na forma ativa, que envolve os cristãos a adorarem pessoas ou grupos carnais, pecadores e falhos como todos nós, que através dos dons e ministérios dados por Deus fazem “sucesso” em nosso meio. E na forma passiva em que o irmão, portador da Graça de Deus no ministério da música, coreografia, teatro, pregação e até através de personagens gráficos, passam a se deixar cortejados, reverenciados, por um dom dado pelo Pai. Passam a se sentir soberanos das artes, exaltados por idólatras contagiados pelo inimigo.
O irmão mais observador da astúcia satânica no meio cristão fica chocado e compadecido ao perceber a manifestação de histeria coletiva do público num “show” gospel. Quem não fica apreensivo ao notar nestas apresentações o público aos berros dizendo: “Fulano (s), cadê você? Eu vim aqui só pra te ver!” ou demonstrações de assédio desenfreado na conquista de um autógrafo num CD, folheto, na roupa ou até na própria Bíblia.
São manifestações típicas do mundo, onde o rei das trevas comanda, que em nome e através de uma modernidade – saudável e até salutar em nosso meio – tem sido deturpada e excessiva para atrair os irmãos, principalmente os mais jovens, para idolatria e o pecado.
A juventude cristã precisa, sim, de uma programação voltada para seu tempo, com
linguagem e ritmos próprios para sua época. Mas devem ter o cuidado de buscar conter e evitar os excessos que venham a desembocar no pecado da idolatria. É natural termos mais afinidade por determinado cantor ou grupo, por estilo musical, mas sempre buscando o limite entre o gostar e a adoração, desenfreada, obsessiva e prejudicial a uma vida santificada.
Por tanto, cabe aos pastores, dirigentes e pais, uma orientação mais intensa nesse sentido junto as suas famílias e congregações. Quanto aos promotores de eventos gospel e os ungidos pelo Senhor no ministério das artes procurem conter seu público mesmo durante as apresentações, para que não extrapolem na idolatria, sendo autênticos canais de benção da Obra de Deus e não instrumento de Satanás entre os evangélicos.
Existem artistas, principalmente no meio dos louvores, que nitidamente buscam apenas projeção pessoal e vantagens financeiras. Não pregam, não estimulam a Palavra e nem se referem a Jesus nas apresentações e entrevistas, não tem qualquer compromisso cristão. Não tem comprometimento com a Obra, muito menos com a evangelização através dos ministérios dados graciosamente pelo Pai. Com relação a estes, nos cabe reagir e não aceitar a sedução e a exploração comercial. Basta bani-los do nosso meio. Ao mundo o que é do mundo, a Deus o que é de Deus.
Devemos e vamos nos divertir, levar a vida numa boa, louvar, cantar, dançar, alegrar, viver intensamente a vida maravilhosa e harmônica que nosso Pai, através de Jesus, nos proporciona, sem excessos e sem pecado. Não importa o ritmo, não importa o som, “não importa o que vão pensar de mim, eu quero é Deus!”
A maneira que o inimigo espiritual tem atuado mais intensamente no meio evangélico em nossos dias é através da vaidade e da idolatria. Utilizando a velha estratégia da sutileza, vem impregnando principalmente os jovens das nossas denominações.
Não digo em relação à vaidade que os crentes em Jesus Cristo devam andar desarrumados, sem boa aparência. Não é bem assim, devemos nos apresentar sem os excessos das roupas extravagantes, chamativas, com cores berrantes ou modelos sensuais. Pode-se estar elegante e bem trajado de maneira discreta, com bom gosto.
É necessário alertar sobre a busca apenas por roupas de grife. O que pode atrair o evangélico ao fetiche do consumismo na procura desenfreada e gananciosa para conseguir, a todo custo, se apresentar nos cultos com marcas famosas, caras, e muitas vezes longe da realidade de consumo dos irmãos. Por esse motivo trocam a entrega do dízimo na casa de Deus, trocam pagamento de dívidas que passam a se acumular e até afetam a dispensa dos gêneros alimentícios da família, para se manter num status além do real.
O importante é o crente estar coerentemente trajado, com vestes combinando, sem excessos e devidamente asseado, para um convívio saudável na congregação. Lembrando, porém, que não devemos nos acomodar na vida. Prosperidade é benção de Deus garantida na Palavra, mas não devemos fugir da realidade, com cada coisa ao seu tempo, inclusive o trajar.
O mesmo se deve a aquisição de um veículo. De que adianta comprar um carro zero quilômetro ou importado não tendo condições de mantê-lo com gastos básicos de combustível e documentação.Se quiser, e até deve, melhorar de vida para usar grifes e outros benefícios importantes que o mundo oferece, ore a Deus em Nome de Jesus, que Ele lhe trará as benções palpáveis e no tempo certo. Não tente ser o que não pode, porque é prejudicial e pecaminoso.
Caminhando com a vaidade, a idolatria é o que vem contaminando ainda mais a todas as denominações. Percebemos a idolatria na forma ativa, que envolve os cristãos a adorarem pessoas ou grupos carnais, pecadores e falhos como todos nós, que através dos dons e ministérios dados por Deus fazem “sucesso” em nosso meio. E na forma passiva em que o irmão, portador da Graça de Deus no ministério da música, coreografia, teatro, pregação e até através de personagens gráficos, passam a se deixar cortejados, reverenciados, por um dom dado pelo Pai. Passam a se sentir soberanos das artes, exaltados por idólatras contagiados pelo inimigo.
O irmão mais observador da astúcia satânica no meio cristão fica chocado e compadecido ao perceber a manifestação de histeria coletiva do público num “show” gospel. Quem não fica apreensivo ao notar nestas apresentações o público aos berros dizendo: “Fulano (s), cadê você? Eu vim aqui só pra te ver!” ou demonstrações de assédio desenfreado na conquista de um autógrafo num CD, folheto, na roupa ou até na própria Bíblia.
São manifestações típicas do mundo, onde o rei das trevas comanda, que em nome e através de uma modernidade – saudável e até salutar em nosso meio – tem sido deturpada e excessiva para atrair os irmãos, principalmente os mais jovens, para idolatria e o pecado.
A juventude cristã precisa, sim, de uma programação voltada para seu tempo, com
linguagem e ritmos próprios para sua época. Mas devem ter o cuidado de buscar conter e evitar os excessos que venham a desembocar no pecado da idolatria. É natural termos mais afinidade por determinado cantor ou grupo, por estilo musical, mas sempre buscando o limite entre o gostar e a adoração, desenfreada, obsessiva e prejudicial a uma vida santificada.
Por tanto, cabe aos pastores, dirigentes e pais, uma orientação mais intensa nesse sentido junto as suas famílias e congregações. Quanto aos promotores de eventos gospel e os ungidos pelo Senhor no ministério das artes procurem conter seu público mesmo durante as apresentações, para que não extrapolem na idolatria, sendo autênticos canais de benção da Obra de Deus e não instrumento de Satanás entre os evangélicos.
Existem artistas, principalmente no meio dos louvores, que nitidamente buscam apenas projeção pessoal e vantagens financeiras. Não pregam, não estimulam a Palavra e nem se referem a Jesus nas apresentações e entrevistas, não tem qualquer compromisso cristão. Não tem comprometimento com a Obra, muito menos com a evangelização através dos ministérios dados graciosamente pelo Pai. Com relação a estes, nos cabe reagir e não aceitar a sedução e a exploração comercial. Basta bani-los do nosso meio. Ao mundo o que é do mundo, a Deus o que é de Deus.
Devemos e vamos nos divertir, levar a vida numa boa, louvar, cantar, dançar, alegrar, viver intensamente a vida maravilhosa e harmônica que nosso Pai, através de Jesus, nos proporciona, sem excessos e sem pecado. Não importa o ritmo, não importa o som, “não importa o que vão pensar de mim, eu quero é Deus!”
Derrotando a Inveja entre os crentes
4/6/2004 03:27:00
Antes de qualquer coisa precisamos entender o que é a inveja e quais os malefícios causados junto às pessoas. No dicionário inveja significa desgosto ou pesar pelo bem e felicidade de outrem ou desejo violento de possuir o bem alheio. Quem já não conhece ou foi vítima de situações ruins e perdas por causa desse sentimento satânico?
É comum saber de pessoas que visitam um amigo e ao se deparar com uma plantinha ornamental, um peixinho de aquário ou mesmo um pássaro, que depois de um “elogio” morre misteriosamente alguns dias ou horas depois. Quantas vezes não ficamos sabendo de pessoa que diz: “Eu gostaria de ter um carro assim” e o veículo que funcionava normalmente começa a apresentar defeito. E quando alguém invejoso elogia uma determinada roupa e ela acaba por se manchar durante a lavagem ou rasga-se “acidentalmente”? Quem nunca se sentiu enfraquecido, desanimado, desestimulado no trabalho e posteriormente descobre que tem um subordinado ou “colega” está de olho no seu cargo?
Assim é no mundo, assim também é no meio dos crentes. Tem irmão que não está curado da inveja e outros estão com cobiça e nem se dão conta. Ficam olhando os grupos de coreografias e de louvor, tendo no íntimo aquele sentimento, desejo, de que errem os passos, as letras dos hinos ou o ritmo das músicas para terem a oportunidade de serem criticados. Quantos não ficam observando pregadores e o ministério dos outros para depois sair falando disso ou daquilo que foi dito ou feito. Quantos estimulam a fofoca no meio da congregação contra os ministérios para poder desestimulá-los e gerar contenda, na esperança vã de ter uma oportunidade de se mostrar, sem unção e muitas vezes sem competência para assumir qualquer coisa sagrada. Pois Deus não compactua com a inveja nem com o invejoso.
Abertamente ninguém assume tal pecado, pois satanás é o pai da mentira, ele trabalha no escuro, ele age em surdina e não se mostra, mas os abençoados pelo Espírito Santo – que mostra o oculto e o escondido – notam cada um e seus atos. Ele não age apenas no mundo, não, ele busca mesmo é o “cristão evangélico”, o doente espiritualmente que com sua inveja enrustida tenta atrapalhar a obra de Deus nas congregações, mas admita ou não já é e sempre será um derrotado. Uma maçã estragada num caixote, em pouco tempo apodrece também com as outras e a Palavra mesmo diz que Satanás a noite germinou no meio do trigo o joio.
Descobertos os invejosos em nosso meio, devemos buscar a cura deles e não a execração pública, o desprezo, a contenda. Devemos lembrar que a nossa luta não é contra o homem, mas contra os principados e as potestades.
O primeiro passo é orar pela pessoa ou mesmo pelo irmão quando nos sentirmos vítima da inveja. Pedir ao Pai sabedoria e discernimento, e em nome de Jesus seja lançado fora todo mal, livrando-nos da seta, da artimanha e armadilhas do inimigo em nossas vidas.
O doente espiritual, ciente da sua condição, sentindo que tem inveja no coração, faz fofoca e gera contenda contra os ministérios que Deus ungiu, não deve se envergonhar e procurar o aconselhamento com seu Pastor para que se proceda a libertação e cura interior. Sem precisar de alarde, o irmão depois de liberto e santificado poderá voltar ao convívio sadio com os demais e a congregação fluirá em rios de bênçãos e o extraordinário mover do Espírito Santo será sentido na vida de todos e a congregação em geral se sentirá mais leve, mais harmônica, mais abençoada e testemunhando a plenitude nas maravilhas do Pai.
Antes de qualquer coisa precisamos entender o que é a inveja e quais os malefícios causados junto às pessoas. No dicionário inveja significa desgosto ou pesar pelo bem e felicidade de outrem ou desejo violento de possuir o bem alheio. Quem já não conhece ou foi vítima de situações ruins e perdas por causa desse sentimento satânico?
É comum saber de pessoas que visitam um amigo e ao se deparar com uma plantinha ornamental, um peixinho de aquário ou mesmo um pássaro, que depois de um “elogio” morre misteriosamente alguns dias ou horas depois. Quantas vezes não ficamos sabendo de pessoa que diz: “Eu gostaria de ter um carro assim” e o veículo que funcionava normalmente começa a apresentar defeito. E quando alguém invejoso elogia uma determinada roupa e ela acaba por se manchar durante a lavagem ou rasga-se “acidentalmente”? Quem nunca se sentiu enfraquecido, desanimado, desestimulado no trabalho e posteriormente descobre que tem um subordinado ou “colega” está de olho no seu cargo?
Assim é no mundo, assim também é no meio dos crentes. Tem irmão que não está curado da inveja e outros estão com cobiça e nem se dão conta. Ficam olhando os grupos de coreografias e de louvor, tendo no íntimo aquele sentimento, desejo, de que errem os passos, as letras dos hinos ou o ritmo das músicas para terem a oportunidade de serem criticados. Quantos não ficam observando pregadores e o ministério dos outros para depois sair falando disso ou daquilo que foi dito ou feito. Quantos estimulam a fofoca no meio da congregação contra os ministérios para poder desestimulá-los e gerar contenda, na esperança vã de ter uma oportunidade de se mostrar, sem unção e muitas vezes sem competência para assumir qualquer coisa sagrada. Pois Deus não compactua com a inveja nem com o invejoso.
Abertamente ninguém assume tal pecado, pois satanás é o pai da mentira, ele trabalha no escuro, ele age em surdina e não se mostra, mas os abençoados pelo Espírito Santo – que mostra o oculto e o escondido – notam cada um e seus atos. Ele não age apenas no mundo, não, ele busca mesmo é o “cristão evangélico”, o doente espiritualmente que com sua inveja enrustida tenta atrapalhar a obra de Deus nas congregações, mas admita ou não já é e sempre será um derrotado. Uma maçã estragada num caixote, em pouco tempo apodrece também com as outras e a Palavra mesmo diz que Satanás a noite germinou no meio do trigo o joio.
Descobertos os invejosos em nosso meio, devemos buscar a cura deles e não a execração pública, o desprezo, a contenda. Devemos lembrar que a nossa luta não é contra o homem, mas contra os principados e as potestades.
O primeiro passo é orar pela pessoa ou mesmo pelo irmão quando nos sentirmos vítima da inveja. Pedir ao Pai sabedoria e discernimento, e em nome de Jesus seja lançado fora todo mal, livrando-nos da seta, da artimanha e armadilhas do inimigo em nossas vidas.
O doente espiritual, ciente da sua condição, sentindo que tem inveja no coração, faz fofoca e gera contenda contra os ministérios que Deus ungiu, não deve se envergonhar e procurar o aconselhamento com seu Pastor para que se proceda a libertação e cura interior. Sem precisar de alarde, o irmão depois de liberto e santificado poderá voltar ao convívio sadio com os demais e a congregação fluirá em rios de bênçãos e o extraordinário mover do Espírito Santo será sentido na vida de todos e a congregação em geral se sentirá mais leve, mais harmônica, mais abençoada e testemunhando a plenitude nas maravilhas do Pai.
Não sejam imitadores dos outros
4/6/2004 02:26:00
É de fazer dó sintonizar numa emissora de rádio evangélica e ver que os irmãos louvam a Deus imitando cantores do mundo como o “rei” Roberto Carlos, Joana, Tim Maia, Zezé de Camargo e por aí vai. Não digo copiar o estilo musical, pois é saudável louvar a Deus nos mais variados ritmos, principalmente os nacionais como o sertanejo, MPB, até o pagode e o forró. São musicalidades nossas e próprias da nossa cultura nacional e a bíblia não impede isso.
Os louvores que os irmãos mais tradicionais costumam fazer por décadas, também não são ritmos bíblicos dos idos do antigo ou novo testamento. Com o advento de instrumentos musicais mais complexos e cada vez mais modernos que aqueles utilizados nos tempos de Jesus Cristo, como violão, bateria, baixo, guitarra e incluindo a harpa como conhecemos hoje, os louvores foram aperfeiçoados e não deixam de ser bíblicos no sentido específico e nem perderam a unção.
O que se canta nos templos são louvores que nos chegaram provenientes de outras nações, basicamente os Estados Unidos, com seus ritmos e estilos culturais intrínsecos, como o blues e até o country.
Deus quer o nosso louvor e adoração, não especifica ritmo, e Ele nos deu a diversificação cultural, pois todos sabemos que o inimigo, o demônio, não cria nada ele copia as coisas de Deus, tenta confundir os escolhidos para conseguir adoração. Isso, porém, não justifica que este ou aquele estilo musical seja coisa de satanás, pelo contrário veio de Deus e sendo feito em louvor a Deus, ele é para Deus.
Mesmo que os ritmos sejam os mesmos por conta da cultura nacional, não se devem imitar cantores do mundo, como podemos ouvir nas emissoras de rádio evangélicas pelo Brasil a fora. Isso sim é errado, não só espiritualmente, mas moralmente mesmo. Devemos ser diferentes, buscar inovações, mesmo quando o timbre de voz é parecido. Procurar características próprias, dádivas de Deus a cada um de nós, mesmo em ritmos conhecidos e populares que existem no mundo criado por Deus: o planeta Terra.
Historicamente, nas entrelinhas, existe uma aculturação imposta por anos em hinários que foram traduzidos para o nosso idioma, porém em ritmo, estilo e cultura basicamente norte americana. Um aculturamento discreto a que nós fomos submetidos e do qual nós devemos buscar a liberdade. Se os povos da África louvarem nos ritmos tradicionais da sua cultura e idioma, se os asiáticos também fizerem o mesmo, glória a Deus por Isso! Significa que o ide de Deus foi cumprido por algum destemido e desprendido missionário(a) e o povo alcançado entendeu a importância de ser salvo em sua própria cultura. Ou seja: Louvando a Deus com a cultura que Deus deu para cada povo.
Por tanto, não imitem cantores de sucesso mundano, sejam autênticos, usem os dons e graça que Deus lhe deu e joga fora a cópia. Seja você mesmo. Não há desculpa.
Para que o leitor entenda perfeitamente a minha preocupação e o que exponho aqui, basta ouvir as músicas veiculadas nas rádios com os olhos fechados e vão identificar os cantores do mundo por trás de cantores evangélicos. Seria isso proveniente de Deus? Isso causa vergonha e constrangimento ao povo de Deus, pois pessoas do mundo usadas pelo inimigo apontam essa situação e dizem: “veja como este cantor imita direitinho o cantor ou cantora tal!”. É vergonhoso ou não é?
É de fazer dó sintonizar numa emissora de rádio evangélica e ver que os irmãos louvam a Deus imitando cantores do mundo como o “rei” Roberto Carlos, Joana, Tim Maia, Zezé de Camargo e por aí vai. Não digo copiar o estilo musical, pois é saudável louvar a Deus nos mais variados ritmos, principalmente os nacionais como o sertanejo, MPB, até o pagode e o forró. São musicalidades nossas e próprias da nossa cultura nacional e a bíblia não impede isso.
Os louvores que os irmãos mais tradicionais costumam fazer por décadas, também não são ritmos bíblicos dos idos do antigo ou novo testamento. Com o advento de instrumentos musicais mais complexos e cada vez mais modernos que aqueles utilizados nos tempos de Jesus Cristo, como violão, bateria, baixo, guitarra e incluindo a harpa como conhecemos hoje, os louvores foram aperfeiçoados e não deixam de ser bíblicos no sentido específico e nem perderam a unção.
O que se canta nos templos são louvores que nos chegaram provenientes de outras nações, basicamente os Estados Unidos, com seus ritmos e estilos culturais intrínsecos, como o blues e até o country.
Deus quer o nosso louvor e adoração, não especifica ritmo, e Ele nos deu a diversificação cultural, pois todos sabemos que o inimigo, o demônio, não cria nada ele copia as coisas de Deus, tenta confundir os escolhidos para conseguir adoração. Isso, porém, não justifica que este ou aquele estilo musical seja coisa de satanás, pelo contrário veio de Deus e sendo feito em louvor a Deus, ele é para Deus.
Mesmo que os ritmos sejam os mesmos por conta da cultura nacional, não se devem imitar cantores do mundo, como podemos ouvir nas emissoras de rádio evangélicas pelo Brasil a fora. Isso sim é errado, não só espiritualmente, mas moralmente mesmo. Devemos ser diferentes, buscar inovações, mesmo quando o timbre de voz é parecido. Procurar características próprias, dádivas de Deus a cada um de nós, mesmo em ritmos conhecidos e populares que existem no mundo criado por Deus: o planeta Terra.
Historicamente, nas entrelinhas, existe uma aculturação imposta por anos em hinários que foram traduzidos para o nosso idioma, porém em ritmo, estilo e cultura basicamente norte americana. Um aculturamento discreto a que nós fomos submetidos e do qual nós devemos buscar a liberdade. Se os povos da África louvarem nos ritmos tradicionais da sua cultura e idioma, se os asiáticos também fizerem o mesmo, glória a Deus por Isso! Significa que o ide de Deus foi cumprido por algum destemido e desprendido missionário(a) e o povo alcançado entendeu a importância de ser salvo em sua própria cultura. Ou seja: Louvando a Deus com a cultura que Deus deu para cada povo.
Por tanto, não imitem cantores de sucesso mundano, sejam autênticos, usem os dons e graça que Deus lhe deu e joga fora a cópia. Seja você mesmo. Não há desculpa.
Para que o leitor entenda perfeitamente a minha preocupação e o que exponho aqui, basta ouvir as músicas veiculadas nas rádios com os olhos fechados e vão identificar os cantores do mundo por trás de cantores evangélicos. Seria isso proveniente de Deus? Isso causa vergonha e constrangimento ao povo de Deus, pois pessoas do mundo usadas pelo inimigo apontam essa situação e dizem: “veja como este cantor imita direitinho o cantor ou cantora tal!”. É vergonhoso ou não é?
O Sofrimento de Cristo
4/6/2004 02:24:00
O polêmico filme do ator e produtor Mel Gibson chegou às telas cinematográficas de Goiânia junto com a controvérsia de anti-semitismo e violência. Na verdade com os recursos de efeitos visuais que existem hoje ele acabou conseguindo reconstituir, com o máximo de veracidade, toda a violência sofrida por Jesus Cristo em A Paixão de Cristo.
Até hoje o cinema vinha atenuando o verdadeiro sofrimento de Jesus, por falta de recursos tecnológicos ou mesmo por pudor de mostrar a tamanha violência sofrida por Ele. A agressão foi tremenda, brutal, o caso de Jesus é conhecido mundialmente por sua inquestionável importância em nosso meio, mas muitos homens comuns da época, antes e depois Dele, sofreram as mesmas e até piores atrocidades.
Na verdade Jesus não foi crucificado no Gólgota, foi crucificado, mesmo, quando confirmou na oração do Getsêmani: “Meu Pai, se é possível, passe de mim esse cálice; todavia não seja como Eu quero, mas como Tu queres” (MT. 26:39) ... “E, indo uma segunda vez, orou, dizendo: Pai meu, se este cálice não pode passar de mim sem eu beber, faça-se a tua vontade.” (MT.26:42) Tanto sabia o que sofreria que naquele momento suou sangue, tamanha a angustia antecipada do que aconteceria em seguida. A crucificação no Gólgota foi o epílogo do descanso de tamanha dor. Dor que verdadeiramente sentiu como mortal, homem que se fez.
A polêmica maior fica por conta de possível anti-semitismo, mas a verdade existe: Foram os habitantes daquela época e lugar que prenderam Jesus, o torturaram, “julgaram” o mataram em morte de cruz. Quem eram eles?A bíblia nos responde: “E estando Ele ainda a falar, eis que chegaram Judas, um dos doze, e com ele grande multidão com espadas e varapaus, enviada pelos príncipes dos sacerdotes e pelos anciãos do povo (judeu)” (MT 26:47 e LC 22) . Sim, Judeu era o povo que formavam aquela multidão. Foi o papel que lhes coube no episódio. Antecipadamente Jesus sabia o que iria lhe acontecer, quem iria executá-lo e como seria sua morte. Foi um cordeiro.
Quanto à participação de Judas, Jesus sabia, já na ceia, que seria traído. O apóstolo não era pessoalmente contra Ele, mas: “Entrou porém Satanás em Judas, que tinha por nome Iscariotes, o qual era do número dos doze” (LC 22.3) e ainda a confirmação quando “Jesus lhe disse: Na verdade, na verdade vos digo que um de vós me há de trair.” (JO 13:21) . “E inclinando-se ele sobre o peito de Jesus, disse-lhe: Senhor quem é? Jesus respondeu: É aquele a quem eu der um bocado molhado. E, molhando o bocado, o deu a Judas Iscariotes, filho de Simão”. (JO 13.25:26).
Político e revolucionário daquele tempo, Judas esperava em Jesus um líder da causa que levasse o povo contra o domínio romano. Só que o ministério de cristo era outro. Como não conseguiu tirar proveito político do ministério, Judas ajudou a acabar com a liderança, traindo, não exatamente por dinheiro, mas para destruir um mito pacifista que não correspondeu às expectativas do movimento libertário. Jesus também sabia disso.
Sobre esta passagem a bíblia nos mostra o arrependimento de Judas ao saber das conseqüências advindas do seu ato: “Então Judas, o que O traíra, vendo que fora condenado, trouxe, arrependido, as trinta moedas de prata aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos, dizendo: Pequei, traindo o sangue inocente. Eles, porém, disseram: Que nos importa? Isso é contigo. E ele, atirando para o templo as moedas de prata, retirou-se e foi-se enforcar.” (Mt 27:3.5).
O Messias, Jesus Cristo, o segundo Adão que veio para nos livrar de todo o pecado se fazendo pecado por nós, sabia, sabia de tudo, conhecia a participação de Judas Iscariotes, das lideranças judaicas da época, dos romanos, do sofrimento das atrocidades e mesmo assim disse SIM ao Pai no Getsêmani. Tinha de haver traidores, perseguidores e executores para que se cumprisse o ministério e a vinda Dele até nós. De certo não deveria haver essa polêmica, pois Jesus não estava enganado, conhecia a sua participação entre nós e na cruz liberou o perdão a todos os envolvidos: “E quando chegaram ao lugar chamado a Caveira, ali o crucificaram, e aos malfeitores, um à direita e outro à esquerda. E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.” (Lc23. 33:34).
O que chama a atenção no filme, com todo o realismo que se propôs e apresentou, deixou passar propositalmente ou não (?) o fato de insistir na fisionomia branca européia de um Jesus Cristo que sabida e cientificamente deveria ter a aparência características na cor parda com traços negros da população daquela região em que nasceu e viveu.
Quanto ao protesto e acusação ao filme de projetar o anti-semitismo ao mostrar a participação no que aconteceu na crueldade da crucificação, deveriam é buscar lutar contra a crueldade que é cometida, atualmente, nas regiões ocupadas da faixa de Gaza, no mesmo Oriente Médio, contra mulheres crianças e velhos palestinos. Lembrem-se, sim, de que a Bíblia mostrou a realidade daquela época e que hoje a imprensa mundial apresenta outra realidade cruel cometida naquela região que está sendo registrada para a história e certamente também será mostrada no futuro.
O polêmico filme do ator e produtor Mel Gibson chegou às telas cinematográficas de Goiânia junto com a controvérsia de anti-semitismo e violência. Na verdade com os recursos de efeitos visuais que existem hoje ele acabou conseguindo reconstituir, com o máximo de veracidade, toda a violência sofrida por Jesus Cristo em A Paixão de Cristo.
Até hoje o cinema vinha atenuando o verdadeiro sofrimento de Jesus, por falta de recursos tecnológicos ou mesmo por pudor de mostrar a tamanha violência sofrida por Ele. A agressão foi tremenda, brutal, o caso de Jesus é conhecido mundialmente por sua inquestionável importância em nosso meio, mas muitos homens comuns da época, antes e depois Dele, sofreram as mesmas e até piores atrocidades.
Na verdade Jesus não foi crucificado no Gólgota, foi crucificado, mesmo, quando confirmou na oração do Getsêmani: “Meu Pai, se é possível, passe de mim esse cálice; todavia não seja como Eu quero, mas como Tu queres” (MT. 26:39) ... “E, indo uma segunda vez, orou, dizendo: Pai meu, se este cálice não pode passar de mim sem eu beber, faça-se a tua vontade.” (MT.26:42) Tanto sabia o que sofreria que naquele momento suou sangue, tamanha a angustia antecipada do que aconteceria em seguida. A crucificação no Gólgota foi o epílogo do descanso de tamanha dor. Dor que verdadeiramente sentiu como mortal, homem que se fez.
A polêmica maior fica por conta de possível anti-semitismo, mas a verdade existe: Foram os habitantes daquela época e lugar que prenderam Jesus, o torturaram, “julgaram” o mataram em morte de cruz. Quem eram eles?A bíblia nos responde: “E estando Ele ainda a falar, eis que chegaram Judas, um dos doze, e com ele grande multidão com espadas e varapaus, enviada pelos príncipes dos sacerdotes e pelos anciãos do povo (judeu)” (MT 26:47 e LC 22) . Sim, Judeu era o povo que formavam aquela multidão. Foi o papel que lhes coube no episódio. Antecipadamente Jesus sabia o que iria lhe acontecer, quem iria executá-lo e como seria sua morte. Foi um cordeiro.
Quanto à participação de Judas, Jesus sabia, já na ceia, que seria traído. O apóstolo não era pessoalmente contra Ele, mas: “Entrou porém Satanás em Judas, que tinha por nome Iscariotes, o qual era do número dos doze” (LC 22.3) e ainda a confirmação quando “Jesus lhe disse: Na verdade, na verdade vos digo que um de vós me há de trair.” (JO 13:21) . “E inclinando-se ele sobre o peito de Jesus, disse-lhe: Senhor quem é? Jesus respondeu: É aquele a quem eu der um bocado molhado. E, molhando o bocado, o deu a Judas Iscariotes, filho de Simão”. (JO 13.25:26).
Político e revolucionário daquele tempo, Judas esperava em Jesus um líder da causa que levasse o povo contra o domínio romano. Só que o ministério de cristo era outro. Como não conseguiu tirar proveito político do ministério, Judas ajudou a acabar com a liderança, traindo, não exatamente por dinheiro, mas para destruir um mito pacifista que não correspondeu às expectativas do movimento libertário. Jesus também sabia disso.
Sobre esta passagem a bíblia nos mostra o arrependimento de Judas ao saber das conseqüências advindas do seu ato: “Então Judas, o que O traíra, vendo que fora condenado, trouxe, arrependido, as trinta moedas de prata aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos, dizendo: Pequei, traindo o sangue inocente. Eles, porém, disseram: Que nos importa? Isso é contigo. E ele, atirando para o templo as moedas de prata, retirou-se e foi-se enforcar.” (Mt 27:3.5).
O Messias, Jesus Cristo, o segundo Adão que veio para nos livrar de todo o pecado se fazendo pecado por nós, sabia, sabia de tudo, conhecia a participação de Judas Iscariotes, das lideranças judaicas da época, dos romanos, do sofrimento das atrocidades e mesmo assim disse SIM ao Pai no Getsêmani. Tinha de haver traidores, perseguidores e executores para que se cumprisse o ministério e a vinda Dele até nós. De certo não deveria haver essa polêmica, pois Jesus não estava enganado, conhecia a sua participação entre nós e na cruz liberou o perdão a todos os envolvidos: “E quando chegaram ao lugar chamado a Caveira, ali o crucificaram, e aos malfeitores, um à direita e outro à esquerda. E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.” (Lc23. 33:34).
O que chama a atenção no filme, com todo o realismo que se propôs e apresentou, deixou passar propositalmente ou não (?) o fato de insistir na fisionomia branca européia de um Jesus Cristo que sabida e cientificamente deveria ter a aparência características na cor parda com traços negros da população daquela região em que nasceu e viveu.
Quanto ao protesto e acusação ao filme de projetar o anti-semitismo ao mostrar a participação no que aconteceu na crueldade da crucificação, deveriam é buscar lutar contra a crueldade que é cometida, atualmente, nas regiões ocupadas da faixa de Gaza, no mesmo Oriente Médio, contra mulheres crianças e velhos palestinos. Lembrem-se, sim, de que a Bíblia mostrou a realidade daquela época e que hoje a imprensa mundial apresenta outra realidade cruel cometida naquela região que está sendo registrada para a história e certamente também será mostrada no futuro.
Evangélicos: Oremos pelo Papa
1/4/2005 13:50:00
João Paulo II está vivendo seus últimos momentos de vida como único Papa que não é italiano desde 1523. Está sofrendo e muito. Por isso, nós irmãos em Cristo Jesus, devemos estar intercedendo ao Pai por esta vida que apesar dos enganos religiosos, como adorar a irmã Maria mais que a Jesus e usar os santos como despachantes da fé para conseguir as graças do Pai, teve um passado honrado entre nós.
Vamos orar, sim, pelo polonês Karol Wojtyla (nascido em 1920), o poeta, filósofo, alpinista, ator, lingüista e dramaturgo. Vamos orar principalmente ao homem que com coragem e determinação lutou durante a Segunda Guerra Mundial, na Polônia, para salvar a vida de inúmeros judeus das câmaras de gás do nazismo. Vamos orar para que o Pai tenha compaixão dele, apesar do engano de fé em que vive, mas que se cumpra a Sua vontade nele evitando esse tamanho sofrimento de um herói.
João Paulo II está vivendo seus últimos momentos de vida como único Papa que não é italiano desde 1523. Está sofrendo e muito. Por isso, nós irmãos em Cristo Jesus, devemos estar intercedendo ao Pai por esta vida que apesar dos enganos religiosos, como adorar a irmã Maria mais que a Jesus e usar os santos como despachantes da fé para conseguir as graças do Pai, teve um passado honrado entre nós.
Vamos orar, sim, pelo polonês Karol Wojtyla (nascido em 1920), o poeta, filósofo, alpinista, ator, lingüista e dramaturgo. Vamos orar principalmente ao homem que com coragem e determinação lutou durante a Segunda Guerra Mundial, na Polônia, para salvar a vida de inúmeros judeus das câmaras de gás do nazismo. Vamos orar para que o Pai tenha compaixão dele, apesar do engano de fé em que vive, mas que se cumpra a Sua vontade nele evitando esse tamanho sofrimento de um herói.
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